Após um longo semestre, colocamos o nosso trabalho final sobre o nosso "Documento para chamar de seu".Blog para atividades discente dos alunos que optaram por não desenvolver blog próprio na disciplina "Diplomática e Tipologia Documental".
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Trabalho final
Após um longo semestre, colocamos o nosso trabalho final sobre o nosso "Documento para chamar de seu".domingo, 20 de novembro de 2011
Desafio - Diplomática é Magia.
![]() |
| Harry Potter |
A saga trata da antagônica história entre o órfão Harry Potter e o bruxo mais poderoso das artes das trevas, Lorde Voldemort, que matou o casal Potter enquanto o herdeiro ainda era um bebê. Ao tentar matar o pequeno Harry, Voldemort perde os seus poderes, enquanto Potter ganha uma cicatriz estranha em forma de raio juntamente com a fama de “o Menino-que-sobreviveu”. Desde então, Harry mora com os seus tios trouxas (não possuem poderes mágicos). desafio para revermos alguns conceitos explanados ao longo do semestre.
![]() |
| Sala das Profecias |
![]() |
| Profecia |
![]() |
| Penseira |
![]() |
| Recortes da Memória |
- Respondam se a profecia e o recorte da memória podem ser considerados como documento de arquivo. Justifiquem a resposta.
- Realizem uma análise tipológica da profecia, de acordo com um dos modelos estudados ao longo do semestre ou a mesclagem dos mesmos.
- Respondam e expliquem se os recortes da memória possuem autenticidade história.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Atividade do período (11-18/11/2011) - Visita ao Cedoc
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Promoção fiel?

Para todos os que adoram as sobremesas do yoggocherry essa é uma boa oportunidade! A novidade agora é o cartão Clubecherry que funciona da seguinte maneira: na compra de um yoggo de 150g ou fazendo sua inscrição no site você ganha o seu cartão, e após completá-lo ganhe um Yoggo de 200g + 1 suco pequeno da semana!
Hum... Isso te lembra alguma coisa???
Hum... Alguma antiga promoção que teve grande sucesso??? É claro que estamos falando da promoção Cartão Fidelidade Subway! Funcionava no mesmo sistema do yoggocherry, mas após certo tempo foi encerrada devido a falta do selo promocional e as confusões e falsificações com as assinaturas que substituíam os selos.
Não sabemos como a yoggocherry vai fazer para marcar os cartões, provavelmente com um selo também. Mas será que eles já se preocuparam com uma futura falta desses selos ou com a própria possibilidade de falsificação deles?? Procuramos algum regulamento sobre essa promoção, mas não encontramos, então estamos sem respostas para essas perguntas. Vamos esperar pra ver.
Enquanto isso, vamos fazer uma análise tipologia desse cartão (de acordo com o modelo do Grupo de Madri):
Tipo documental
*Denominação: Cartão fidelidade clubecherry
*Definição: Documento que comprova a quantidade de compras que realizou no Yoggocherry a partir do preenchimento da cartela do cartão.
*Código: não se aplica
Caracteres externos:
*Classe: Textual
*Suporte: Papel
*Formato: Cartela
*Forma: Original
Unidade produtora: Yoggocherry.
Destinatário: Clientes.
Legislação: não se aplica.
Trâmite: Após uma compra ou cadastro no site o cliente ganha o catão para ser preenchido. Quando completo, é trocado por uma sobremesa grátis.
Documentos básicos que compõem o processo: não se aplica.
Ordenação das séries: Não se aplica.
Conteúdo: Nome do autor, data do início da promoção para o cliente (o prazo é de três meses para completar o cartão), espaço para preencher a cartela de acordo com cada compra.
Vigência administrativa: três meses contados a partir da data escrita no cartão.
Destinação: Eliminação após cumprir sua finalidade.
Acesso: Pessoal.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
E a análise continua...- Atividade proposta em sala 21/10/2011
Semana passada, atendemos a proposta do professor de realizar ao análise tipologia do nosso "Documento para chamar de seu" de acordo com quatro modelos específicos apresentados em texto. Essa semana, o nosso grupo reuniu os melhores pontos de cada modelo para realizar a análise tipológica do nosso documento.Denominação: Projeto de extensão: curso presencial
Suporte: Papel
Formato: Formulário
Forma: Original
Espécie: Formulário de Curso presencial
Signos especiais: Logotipo da UnB
Data: data em que o indivíduo (aluno, professor, comunidade) propõe o projeto de curso presencial.
Definição: Consiste na proposta para um projeto de extensão do tipo curso presencial contendo os principais elementos do projeto, inclusive quanto ao seu financiamento, plano de aplicação de recursos e unidade gestora dos recursos.
Objetivo/Função: Promover a criação de cursos de extensão que promovam a interação entre a instituição (Universidade de Brasília) e a sociedade.
Unidade produtora: Servidor da FUB, em atividade ou aposentado, de comprovada qualificação na área.
Remetente: pessoa que propõe o projeto
Destinatário: Órgão competente do DEX (Escola de Extensão - EXE)
Legislação: Resolução da Câmara de Extensão n º 01/2007
Protocolo: Universidade de Brasília, Decanato de Extensão, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada - INTERFOCO. PROJETO DE EXTENSÃO: CURSO PRESENCIAL.
Trâmite: Apresentação da proposta, utilizando o formulário próprio do DEX, disponível em rede.
Além da apresentação no formulário apropriado, é necessário o cadastramento da proposta no Sistema de Informações de Eventos de Extensão - SIEX ou no Sistema de Informação de Ensino a Distância - SIED.
Tratando-se de Curso, esse cadastramento poderá ser feito pelo técnico da EXE.
Uma vez elaborado o projeto, esse deverá ser apreciado pelo coordenador de extensão e, em seguida, aprovado pelo colegiado da unidade, do centro ou órgão complementar.
Com a aprovação do coordenador de extensão e do colegiado, a proposta deve ser encaminhada ao órgão competente do DEX ( EXE ou DTE) com antecedência mínima de 30 dias, para ser apreciada pela Câmara de Extensão.
Vigência administrativa: Período do curso de extensão.
Destinação: Documentos de custódia permanente
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Tipologia Aplicada - Documento para chamar de seu

Análise tipológica com modelo Grupo de Madri
Tipo documental
Denominação: Projeto de extensão: curso presencial
Definição: Consiste na proposta para um projeto de extensão do tipo curso presencial contendo os principais elementos do projeto, inclusive quanto ao seu financiamento, plano de aplicação de recursos e unidade gestora dos recursos.
Código: não se aplica
Caracteres externos:
Classe: Textual
Suporte: Papel
Formato: Formulário
Forma: Original
Unidade produtora: Servidor da FUB, em atividade ou aposentado, de comprovada qualificação na área.
Destinatário: Órgão competente do DEX (Escola de Extensão - EXE)
Legislação: Resolução da Câmara de Extensão n º 01/2007
Trâmite: Apresentação da proposta, utilizando o formulário próprio do DEX, disponível em rede.
Além da apresentação no formulário apropriado, é necessário o cadastramento da proposta no Sistema de Informações de Eventos de Extensão - SIEX ou no Sistema de Informação de Ensino a Distância - SIED.
Tratando-se de Curso, esse cadastramento poderá ser feito pelo técnico da EXE.
Uma vez elaborado o projeto, esse deverá ser apreciado pelo coordenador de extensão e, em seguida, aprovado pelo colegiado da unidade, do centro ou órgão complementar
Com a aprovação do coordenador de extensão e do colegiado, a proposta deve ser encaminhada ao órgão competente do DEX ( EXE ou DTE) com antecedência mínima de 30 dias, para ser apreciada pela Câmara de Extensão.
Documentos básicos que compõem o processo: Formulário de projeto de extensão, currilum vitae, histórico escolar, ficha cadastral, parecer.
Ordenação das séries: Não se sabe.
Conteúdo: Data (ano e semestre), Assunto: projeto de extensão.
Vigência administrativa: Período do curso de extensão.
Destinação: Documentos de custódia permanente.
Acesso (item incorporado no manual de Madri 2): Público.
Análise tipológica com modelo Duranti
Elementos externos ou extrínsecos
Suporte: Papel
Escrita: Formulário para preenchimento dos principais elementos para o projeto de extensão de curso presencial como identificação, vínculo acadêmico, informações adicionais, programa, realização das atividades, equipe técnica, justificativa, objetivos, metodologia, orçamento, anexos.
Linguagem: Estilo formal
Signos especiais: Logotipo da UnB
Selo: Não há.
Anotações: Principais elementos do projeto, assinatura do coordenador e presidente do colegiado incluindo as datas.
Elementos internos ou intrínsecos:
Protocolo: Universidade de Brasília, Decanato de Extensão, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada - INTERFOCO. PROJETO DE EXTENSÃO: CURSO PRESENCIAL.
Texto: Principais elementos do projeto de extensão (identificação, vínculo acadêmico, informações adicionais, programa, realização das atividades, equipe técnica, justificativa, objetivos, metodologia, orçamento), possíveis anexos (curriculum vitae de professores, palestrantes e instrutores externos, Histórico escolar de alunos/instrutores, Ficha Cadastral de Pessoa Física) e parecer do coordenador da extensão e do colegiado.
Escatocolo: Assinado e datado pelo coordenador e pareceres assinados.
Pessoas: Coordenador do projeto, composição da equipe técnica, presidente do colegiado.
Qualificação das pessoas envolvidas: Coordenador do projeto e equipe técnica (servidores da FUB), presidente do colegiado.
Tipo de ato: Continuativo
Nome do ato: Proposta de projeto de extensão de curso presencial.
Relação entre documento e procedimento: Iniciação para preparação de projetos de extensão (proposta).
Tipo de documento: Formulário de proposta; original.
Descrição diplomática: Formulário para proposta de projeto de extensão de curso presencial com referencia de data e elementos principais do projeto. Documento original destinado ao DEX/UnB.
Modelo Tipologia Documental de Partidos e Associações Políticas Brasileiras
Identificação
Denominação original: Projeto de Extensão: Curso presencial
Local: Universidade de Brasília
Data: data em que o indivíduo (aluno, professor, comunidade) propõe o projeto de curso presencial
Caracteres externos
Gênero: Textual
Suporte: papel
Formato: formulário
Caracteres internos
Produtor:
Entidade: Universidade de Brasília
Organismo: Decanato de Extensão
Conteúdo: Apresentação de proposta de curso presencial de extensão
Objetivo/Função: Promover a criação de cursos de extensão que promovam a interação entre a instituição (Universidade de Brasília) e a sociedade.
Público-alvo:
Interno: Estudantes e funcionários da UnB
Externo: Sociedade em geral
Fonte
Instituição: Universidade de Brasília
Acervo: Centro de Documentação – Acervo Permanente
Notação (código de acesso): código de acordo com o plano de classificação da instituição
Observações gerais: Não se aplica
Modelo Conarq
Especificações:
Cor: Branca
Via: Única original
Formato: Formulário
Utilização: Decanato de Extensão (DEX)
Instruções para preenchimento:
Código do assunto: de acordo com o plano de classificação do conarq
Resumo do assunto: Criação de curso presencial de extensão que responda as demandas não atendidas pela atividade regular do ensino formal de graduação ou de pós-graduação.
Dados do documento:
Número: não se aplica
Espécie: formulário de curso presencial
Remetente: pessoa que propõe o projeto
Destinatário: Órgão competente do DEX (Escola de Extensão - EXE)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Tríplice autenticidade

Nosso grupo ARK adotou como “documento para chamar de seu” um projeto de extensão. Nossa intenção é verificar os meios pelos quais ele pode ser considerado autêntico e como pode ser falsificado do ponto de vista diplomático, jurídico e histórico.
Diplomaticamente é autêntico pelo fato de já haver modelos de formulários (http://www.unb.br/extensao/formularios) pré-definidos pelo próprio decanato de extensão para direcionar os candidatos em suas propostas de projetos, mas pode ser falsificado ao se modificar essa estrutura e além quando não são seguidas essas normas, e os caracteres de autenticidade forem modificados, como a assinatura.
Juridicamente é autêntico pelo fato de ser reconhecido pela universidade quando há conformidade com as disposições gerais das normas (http://www.unb.br/extensao/normas_gerais) estabelecidas pela Câmara de Extensão da Universidade de Brasília. Mas pode ser falsificado se os lugares de realização forem modificados.
E historicamente é autêntico por comprovar a existência do projeto em determinado período e lugar, além de ser recolhido ao arquivo permanente do Cedoc para fim de estudo, pesquisa e prova. Mas pode ser falsificado quando suas informações não condizem com as atividades realizadas.
Grupo ARK: Amanda Dall'Ora, Rachel Rodrigues, Keyciane Araújo
Atividade proposta:http://diplomaticaetipologia.blogspot.com/2011/10/atividade-relampago.html
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Jogo do 7 erros?


sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Brasil x Catalão

1) A primeira correspondência que pode ser analisada diz respeito a autenticidade e integridade dos documentos eletrônicos,
tal temática é proposta pelo blog mãe no post sobre a manchete proposta pelo site O fuxico, a respeito da morte de Silvio Santos e a disseminação dessa noticia por meio digital(e-mail). No blog Catalão há um post com a seguinte indagação: Qué es una entidad de validación? Ambos abordam essa questão,
O 1° blog propõe aos alunos discutirem sobre esse tema, relacionando os meios de integridade como: assinatura digital, senhas para acesso, etc. O blog catalão menciona a dita "entidad de validación", mencionando os meios para que os documentos eletrônicos possam ser caracterizados como válidos, sendo indispensável o uso de mecanismos de segurança para garantir assim, as propriedades essenciais dos documentos que são: a autenticidade e confiabilidade para permitir a acessibilidade e a usabilidade.
2) A segunda correspondência entre os blogs trata-se sobre as definições: documento e documento de arquivo. No blog mãe,no post "Documentos e documentos de arquivo" o professor André propôs como segunda atividade do semestre a análise de documentos, definindo os conceitos de "documento" e "documentos de arquivo", sobre um embasamento teórico. No blog catalão, Soler discursa sobre a problemática da distinção entre documentos e documentos de arquivo a partir do seu contexto no post "Às vezes com 'documento', 'record' e 'arquivo de documento'".
3) A terceira correspondência encontrada refere-se aos sinais de validação legais para conferir confiabilidade a um documento. No blog mãe, o post “Será que cola?”, o professor André propôs uma atividade aos alunos, em que os mesmos deveriam discutir sobre quais sinais de validação que poderiam ser legais para tornar o card confiável e aceito durante a promoção do Subway. No blog catalão, no post “Wikileaks és fiable?”, Joan Soler expõe sobre a problemática dos relatórios de guerra expostos no site Wikileaks. Ele discursa as formalidades e metadados que se apresentam em todos os documentos postados no site, e ele coloca em voga se esses elementos podem ser considerados como sinais de validação para conferir caráter legal a documentação.
Análise Diplomática

Em nossa última aula, o professor André nos propôs realizar uma análise com um dos documentos que foram disponibilizados pelo CEDOC. O grupo ARK escolheu um boletim. Logo abaixo, nossa análise:
Espécie: Boletim de projeto/atividade.
Função: Expor as despesas necessárias para a manutenção de um projeto/atividade, assim como as justificativas das despesas.
Principais características: identificação do setor responsável pelo projeto/atividade, identificação do projeto/atividade, assinatura,numeração, código, tabela de despesas, tabela de justificativa de despesas, descrição do projeto, sumário de atividade e metas a serem cumpridas.
Sinais de validação: código de registro, assinatura de autoridade competente, indicação da seção de origem e data de início e término do projeto.
Grupo ARK: Amanda Dall'Ora, Keyciane Araújo, Rachel Evangelista.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Documentos de Universidade

Atos da reitoria:
http://www.unb.br/transparencia_unb/portal/transparencia/downloads/atos_oficiais/2011_Resolucoes_da_Reitoria.pdf
Solicitação de matrícula em disciplinas para alunos especiais:
http://www.unb.br/estude_na_unb/formas_de_admissao/aluno_especial
Edital de processo Seletivo de Programa de Pós-Graduação:
http://www.unb.br/administracao/decanatos/dpp/legislacao/res_cpp_001-2006.pdf
Amanda Dall'Ora, Keyciane Santos, Rachel Evangelista.
Diversidade Documental

A partir da nossa experiência na última atividade proposta pelo professor André, com a análise de diferentes documentos e objetos que foram expostos coube a nós pensar sobre a problemática em identificar documentos apenas por seu conteúdo.
A posição da arquivística a essa questão é clara, pois segundo BELLOTO (2007) “os documentos arquivísticos formam conjuntos internamente inseparáveis, correspondendo a conjuntos informacionais decorrentes do funcionamento de uma entidade pública ou privada (ou pessoa física) no exercício de suas funções”. Assim, documentos arquivísticos são vistos pelo seu caráter orgânico, sendo que não podem ser analisados de forma individual fora do seu contexto de produção e acumulação, pois são interligados. Essa definição espelha-se nos princípios arquivísticos: da proveniência, da unicidade, da organicidade e da indivisibilidade (p.22).
Já durante a análise dos documentos em sala de aula, tivemos o acesso a um grupo de documentos/objetos diferentes do que somos acostumados a ver. Entre eles estavam um fundo pessoal formado por lenços, anéis e cartões de identificação da atividade de escoteiro. Esses objetos podem ser identificados como uma coleção, que diferente dos documentos arquivísticos, são reunidos intencionalmente e não de forma automática e espontânea. Mas apesar das diferenças ambos devem ser analisados a partir de um contexto e não de forma isolada.
Outro aspecto que foi percebido durante a tarefa proposta, diz respeito aos objetos que são considerados de formato original múltiplo, ou seja, produzidos em escala, como no caso dos produtos de marketing observados: caneta com o logo da marca e o invólucro da camisinha com a propaganda da marca. Outro objeto de mesmo formato analisado foi um livro, que pode ser considerado primeiramente como um objeto de coleção, mas posteriormente pode ser enquadrado como um documento arquivístico para quem o produziu. Ambos são objetos que encontram outros idênticos a eles, já que são de produção bastante comum, porém podem ser considerados objetos de arquivos possuindo assim, importância para o acervo da empresa ou pessoa que o produziu. Caracterizando séries distintas, pois representam contextos diferentes.





